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Descubra a Região de SANTO ANTÃO DO TOJAL

 
Venha almoçar ou jantar ao Solar dos Pintor e fique a conhecer toda a história e arquitectura presente em Santo Antão do Tojal.
 
 
 
 

Santo Antão e São Julião do Tojal

 
A primeira referência documental a Santo Antão do Tojal data de 1291. A sua paróquia foi instituída no reinado de D. Dinis, tendo sido um priorado da mitra de Lisboa.

As antigas freguesias de Santo Antão do Tojal e São Julião do Tojal passaram a ser geridas e representadas pelo mesmo Executivo e Assembleia de Freguesia. A União de Freguesias de Santo Antão e São Julião do Tojal tem uma área de 28,4 Km2.

Antigamente chamada Santo António de Santo Antão do Tojal, a povoação é conhecida por ter servido de residência de Verão aos arcebispos, que aqui mandaram construir o palácio da Mitra(ou dos Arcebispos).

Aqui nasceu o conhecido botânico português Félix de Avelar Brotero e residiu na freguesia a poetisa Maria Amália Vaz de Carvalho. Também Augusto Dias da Silva, que foi Ministro do Trabalho e progressista Vereador Municipal, aqui nasceu e passou parte da sua vida.

Santo Antão do Tojal é hoje uma das mais bonitas povoações de toda a região de Lisboa e uma das mais ricas, quer em património natural, quer em património cultural construído. Pode mesmo considerar-se um expoente do período Barroco em Portugal.

Mantém, orgulhosamente, características rurais, ao mesmo tempo que apresenta interessantes níveis de desenvolvimento social, cultural e económico, preservando o equilíbrio ecológico.

Procuramos, com os meios ao nosso alcance, desenvolver e aprofundar estes aspectos da nossa identidade colectiva que são, simultaneamente, garantias para o futuro da nossa terra e das nossas gentes: mais qualidade de vida, melhor ambiente, mais cultura e mais riqueza.
 
 
 

Jardim Público e busto de Avelar Brotero

 
O jardim, construído no início do século XX, deve o seu nome a Félix de Avelar, que nasceu em Santo António do Tojal a 25 de Novembro de 1744, adoptando posteriormente o apelido "Brotero", que significa "amante dos mortais". Apesar de ser licenciado em medicina, pela Universidade de Reims, foi a botânica que o notabilizou, com a publicação do seu "Compêndio Botânico" em 1788, em Paris. Foi director do Real Museu e do Jardim Botânico da Ajuda, lente da Universidade de Coimbra e deputado.
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Cruzeiro

 
Foi reigido em 1555 perto da capela do Espírito Santo. Cruzeiro quinhentista, com plinto emoldurado e com inscrição identificativa do promotor da estrutura. A cruz é lenhosa, simulando a intersecção de dois toros. Foi mandado construir por Sebastião Luís, feitor na cidade portuguesa de Malaca(hoje, na Malásia).
 
 
 
 
 

Igreja Matriz

 
As referências mais antigas à Igreja Paroquial datam de 1291. Sabe-se, contudo, que o edifício original chegou ao séc. XVI em avançado estado de ruína, tendo sido reedificada em 1554. Tem uma planta longitudinal, sendo composta pela justaposição de dois rectângulos, um maior que corresponde à nave única e um menor que corresponde à capela mor. Visualmente, este escalonamento dos volumes não é perceptível porque o edifício aparenta ser um único corpo coberto por u telhado de duas águas. Destaca-se do conjunto a torre sineira adossada no alçado Norte da igreja. Um corpo diferenciado pela existência de uma cornija. Na fachada são marcantes as estátuas de mármore de Carrara, Itália. A igreja é consagrada à Imaculada Conceição desde o século XVI.
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Palácio - Fonte da Mitra

 
No conjunto edificado da Praça Monumental destaca-se o Palácio-Fonte, um projecto do arquitecto António Canevari. De planta em U , com três corpos geometricamente distribuídos, estando o chafariz adossado no corpo Norte. O edifício possui um telhado de três e quatro águas. A fonte em cantaria, ao centro da fachada principal do palácio, é antecedida por escadaria e composta por um tanque de perfil curvilíneo e espaldar, remate em frontão curvo sobrepujado pelas armas de D. Tomás de Almeida e ladeado por fogaréus.
 
 
 
 
 

Chafariz dos Arcos

 
O Chafariz dos Arcos é um pequeno elemento barroco quando comparado com o conjunto existente na Praça Monumental , sendo-lhe contemporâneo. No chafariz reconhecem-se os elementos e os traços estéticos do barroco. É composto por um pequeno tanque irregular, encimado por um mascarão com as armas patriarcais e um baixo relevo em pedra que descreve as tormentas do purgatório, com uma legenda que solicita a oração em troca da água fornecida. A sua construção constituiu uma significativa melhoria das condições de vida dos habitantes locais.
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Palácio dos Arcebispos

 
É um exemplar da arquitectura residencial barroca. As primeiras referências a este conjunto são de 1291 e constam no testamento de D. Domingos Jardo, Bispo de Lisboa, que comprou esta quinta em 1290, designada de Pêro de Viegas. Em 1554, D. Fernando de Vasconcelos, Arcebispo de Lisboa, procedeu a reformas profundas no palácio e igreja matriz. Entre 1728 e 1732, D. Tomás de Almeida, Patriarca de Lisboa, inicia uma nova intervenção no Palácio e Igreja Matriz e zonas envolventes. É esta intervenção que introduz no conjunto as suas actuais características barrocas. Esta intervenção, a cargo do arquitecto António Canevari, remodela o Palácio, acrescentando-lhe novas dependências e redecora as existentes. Remodela a Igreja Matriz, os pombais e reorganiza os jardins, constrói de raiz o Palácio Fonte, o Chafariz e o aqueduto. Apesar de se terem registado alguns estragos provocado pelo terramoto de 1755, as obras de restauro não alteraram significativamente a traça do conjunto.
 
 
 
 
 

Aqueduto

 
Pela sua extensão e cruzamento da paisagem é um dos elementos arquitectónicos mais marcantes da freguesia de Santo Antão do Tojal. Construído em 1728, supria o abastecimento de água aos palácios e à população da localidade de Santo Antão do Tojal. O aqueduto liga Pinteus a Santo Antão do Tojal e desenvolve-se no subsolo e à superfície, tendo esta uma extensão de cerca de dois quilómetros, assumindo a forma de arcosassentes em grossos pilares. O aqueduto é desposado de artifícios arquitectónicos decorativos impondo-se pela sua sobriedade e funcionalidade.
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Palácio das Carrafouchas

 
O Palácio e a Quinta são um bom exemplo da arquitectura agrícola e residencial barroca. A Quinta de produção é composta por uma casa de dois pisos com capela anexa no extremo esquerdo e por anexos agrícolas, formando um pátio interno, fechado pelo muro e por portal armoriado. A construção da casa e capela promovida por Francisco Gomes Lisboa, homem de negócios da cidade, data de 1714. A cerca e a colocação dos azulejos do pátio e do tanque ornamental e portal armoriado são de 1740.
 
 
 
 
 

Palácio de Pinteus

 
Situado na malha urbana da localidade Pinteus, é mais um belo exemplar de arquitectura barroca. O solar organiza-se em torno de pátios e terraços adaptado aos desníveis do terreno. A Quinta compõe-se por jardins, pomares, capela e azinhaga. Da fachada sobressai o portal barroco e a dupla escadaria. A uniformidade da fachada não corresponde à real distribuição dos espaços e dos diferentes corpos edificados que compõe o edifício. O solar possui um terreno fronteiro à fachada principal onde se cruzam o espaço público e o domínio privado, uma abertura que contrasta com os jardins e pátios interiores privados e invisíveis pelo exterior. Aqui passou grande parte da sua juventude a escritora Maria Amália Vaz de Carvalho. A este edifício sempre esteve associado uma aura de cultura resultante da frequência das tertúlias e saraus que acolheu e ainda acolhe nos dias de hoje.